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	<title>A Ditadura &#8211; SantiagoDoChile.com</title>
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	<description>O Guia Mais Brasileiro de Santiago‏</description>
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		<title>Villa Grimaldi &#8211; Parque pela Paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SantiagoDoChile]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2016 14:58:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Passado Não Esquecido O Chile é um país incrivelmente belo, mas não resta dúvida de quê parte da sua história coleciona uma série de acontecimentos terríveis. Sob a ditadura de Augusto Pinochet, que esteve no poder entre 1973-1990, inúmeras violações dos direitos humanos foram cometidas, incluindo a tortura e desaparecimento de pessoas cujos ideais políticos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-10190 size-large" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Parque-Pela-Paz-Villa-Grimaldi-691x460.jpg" alt="Parque Pela Paz Villa Grimaldi" width="691" height="460" /></span></span>
<h1 style="text-align: justify;">Passado Não Esquecido</h1>
<p style="text-align: justify;">O Chile é um país incrivelmente belo, mas não resta dúvida de quê parte da sua história coleciona uma série de acontecimentos terríveis. Sob a ditadura de Augusto Pinochet, que esteve no poder entre 1973-1990, inúmeras violações dos direitos humanos foram cometidas, incluindo a tortura e desaparecimento de pessoas cujos ideais políticos não estavam alinhados com o regime do coronel. Estes eventos foram indiscutivelmente atrozes, e eles levantam uma importante questão: como é que um país lida com um passado como este? <strong>O governo chileno e as pessoas têm preservado essa história sombria de várias formas e uma delas se faz através do Parque pela Paz</strong> Villa Grimaldi.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>História</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img decoding="async" class="size-full wp-image-10191 alignleft" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Vítimas-da-Ditadura-Chilena.jpg" alt="Vítimas da Ditadura Chilena" width="320" height="180" srcset="https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Vítimas-da-Ditadura-Chilena.jpg 320w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Vítimas-da-Ditadura-Chilena-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /></span></span>Esta propriedade de 3 acres, <strong>localizada na periferia de Santiago, na comuna de Peñalolén, era inicialmente um complexo de luxo usado como ponto de encontro para a elite intelectual do Chile nos séculos XIX e XX.</strong> Haviam salas para reuniões, um teatro e uma escola, entre outros espaços comuns onde muitas vezes eram apresentados eventos para artistas e intelectuais chilenos. No entanto, quando Pinochet chegou ao poder, “os seus homens” pressionaram o dono da propriedade para que ele a vendesse para o coronel.</p>
<p style="text-align: justify;">O proprietário cedeu à pressão, vendeu todo o terreno , e logo em seguida a polícia secreta de Pinochet, a DINA, assumiu o controle do espaço e começou a usá-lo como um centro para interrogatórios. Esses interrogatórios frequentemente envolviam tortura, incluindo choques elétricos, espancamento e abuso sexual. O complexo tinha diversos cômodos com diferentes tipos de instrumentos de tortura. <strong>Estima-se que 4.500 presos foram interrogados em Villa Grimaldi, e pelo menos 226 deles estavam entre os indivíduos que &#8220;desapareceram&#8221; durante o governo de Pinochet.</strong> Em 1978, o complexo foi vendido à uma empresa de construção que planejava demolir tudo para construir casas populares. No entanto, alguns grupos comunitários lideraram um movimento para transformar a área em um memorial, que hoje é o Parque pela Paz Villa Grimaldi.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>A Villa Grimaldi Hoje</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img decoding="async" class="alignleft wp-image-10192 size-medium" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Jardins-da-Villa-Grimaldi-300x200.jpg" alt="Jardins da Villa Grimaldi" width="300" height="200" srcset="https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Jardins-da-Villa-Grimaldi-300x200.jpg 300w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Jardins-da-Villa-Grimaldi-768x512.jpg 768w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Jardins-da-Villa-Grimaldi.jpg 800w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></span>O Parque foi inaugurado em 1997 como <strong>uma homenagem à todos aqueles que alí sofreram inimagináveis torturas. O parque é composto por uma extensa área aberta, bem como vários espaços fechados.</strong> Muitos remanescentes da ditadura foram destruídos, mas alguns deles foram preservados e tornaram-se características do Parque da Paz. Hoje em dias, estão em exibição réplicas de instrumentos e quartos de tortura, como as Casas Chile, cabines pequenas onde até quatro pessoas eram forçadas a permanecer por meses, totalmente imóveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nas imediações, há um muro exibindo os nomes das vítimas que sofreram monstruosas torturas</strong>, bem como uma sala memorial com artefatos e informações sobre as pessoas que desapareceram e nunca foram encontradas. Ao longo do parque, existem várias homenagens artísticas para essas pessoas, bem como as pessoas que lutaram contra essas práticas de tortura durante o regime de Augusto Pinochet.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><strong>Como Chegar &amp; Horários </strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10193 alignleft" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Estação-de-Metrô-Plaza-Engaña-Santiago-Chile.jpg" alt="Estação de Metrô Plaza Engaña Santiago Chile" width="259" height="195" /></span></span>O parque pode ser acessado através da Estação de Metrô Plaza Engana (linha 4), ou dos ônibus 513 e D09. <strong>O funcionamento é entre às 10:00 horas e 18:00 horas todos os dias do ano, a entrada é gratuita.</strong> Visitas guiadas estão disponíveis somente em espanhol, devem ser agendadas com antecedência e são possíveis apenas para grupos de no mínimo 10 pessoas. A <a href="http://villagrimaldi.cl/visite-el-parque/" target="_blank">reserva</a> deve ser realizada pelo menos com uma semana de antecedência através do site do Parque. Este não é um destino frequentado por turistas, de maneira geral.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é o destino certo para aqueles interessados em aprofundar os seus conhecimentos sobre a cultura e história do Chile, também como para os viajantes que gostam de explorar mais além.</p>
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		<title>Museo de la Memoria y los Derechos Humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SantiagoDoChile]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2015 17:24:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[A Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<category><![CDATA[Inclua no seu roteiro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Museo-de-la-Memoria-y-los-Derechos-Humanos-Santiago.jpg"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-10012" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Museo-de-la-Memoria-y-los-Derechos-Humanos-Santiago-691x282.jpg" alt="Museo de la Memoria y los Derechos Humanos" width="691" height="282" /></span></span></a></p>
<h1>Museo de la Memoria y los Derechos Humanos</h1>
<p style="text-align: justify;">Você, na posição de turista pesquisando pelo menos um pouco sobre o Chile, é muito provável que tenha tomado conhecimento sobre um delicado trecho do passado deste país: o período da ditadura militar sob o comando do general Augusto Pinochet, que durou de 1973 à 1990. Se a curiosidade bater quando você já se encontrar em terras andinas, muito cuidado ao conversar com algum chileno sobre este assunto; pois apesar dos muitos anos passados é um fato que ainda evoca sentimentos fortes na nação, sejam eles positivos ou negativos. Caso este seja um tema que faz parte dos seus interesses e por isso, você deseja se aprofundar mais no quê aconteceu e por quê de alguma forma esta é uma ferida na sociedade chilena difícil de cicatrizar visite o <em>Museo de da Memória y los Derechos Humanos</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O Museu foi inaugurado pela presidente Michele Bachelet no dia 11 de janeiro de 2010. Michelle Bachelet, que foi vítima de tortura durante a ditadura, colocou a primeira pedra como incentivo simbólico para a construção deste museu que serve como homenagem à memória das vítimas que tiveram seus direitos humanos violados durante o regime militar e principalmente aquelas que perderam suas vidas. No museu encontram-se coleções e coleções de instrumentos de tortura utilizados durante a ditadura, cartas para familiares escritos por prisioneiros mantidos em centros de detenção, artigos de jornais e testemunhos dos sobreviventes, bem como uma filosófica análise dos direitos humanos. Cada sala, distrubuídas nos três andares do museu, tem um nome que carrega um profundo significado.</p>
<p>Sala 1: Direitos Humanos, desafio universal<br />
Sala 2: Golpe militar de 11 de setembro de 1973<br />
Sala 3: End of the Rule of Law: Um novo institucionalismo<br />
Sala 4: International Condenação: A ditadura cruza a linha<br />
Sala 5: A repressão e a tortura<br />
Sala 6: A dor das Crianças<br />
Sala 7: A demanda para a Verdade e Justiça<br />
Sala 8: A ausência e Memória<br />
Sala 9: Luta pela Liberdade<br />
Sala 10: O Retorno da Esperança<br />
Sala 11: Nunca Novamente</p>
<h3>Sua Visita ao Museu</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Museo-de-la-Memoria-y-los-Derechos-Humanos-Santiago-Chile.jpg"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-10013 alignleft" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Museo-de-la-Memoria-y-los-Derechos-Humanos-Santiago-Chile-300x126.jpg" alt="Museo de la Memoria y los Derechos Humanos - Santiago Chile" width="300" height="126" srcset="https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Museo-de-la-Memoria-y-los-Derechos-Humanos-Santiago-Chile-300x126.jpg 300w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Museo-de-la-Memoria-y-los-Derechos-Humanos-Santiago-Chile.jpg 620w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></span></a>Para explorar todo o museu, você pode precisar de até 2,5 horas, particularmente se você estiver interessado nos detalhes da informação disponível. O museu está aberto das terças aos domingos, das 10:00 horas às 18: 00horas. Nos meses de Verão, de janeiro a março, o museu abre às 10:00horas e fecha às 20:00 horas. <strong>Não há taxa de entrada para o museu</strong>. Se o seu espanhol anda um pouco enferrujado, há guias-auditivos disponíveis em Inglês, francês, alemão, espanhol, português, e até mapudungun (a língua do povo mapuche), este serviço custa CLP 2.000.</p>
<h3><strong>Como Chegar no Museu &amp; Arredores</strong></h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Museo-de-la-Memoria-y-los-Derechos-Humanos-Como-Chegar.png"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-10014 alignleft" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Museo-de-la-Memoria-y-los-Derechos-Humanos-Como-Chegar.png" alt="Museo de la Memoria y los Derechos Humanos - Como Chegar" width="300" height="300" srcset="https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Museo-de-la-Memoria-y-los-Derechos-Humanos-Como-Chegar.png 300w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Museo-de-la-Memoria-y-los-Derechos-Humanos-Como-Chegar-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></span></a>Quando a sua visita ao museu estiver concluída, não deixe de passar na Cafetería Azul localizada mesmo em frente à entrada principal do museu; para assim saborear um bom café ou uma bebida fria para relaxar e processar a complexa história do Chile. Explorar o museu durante os dias de semana garante uma experiência mais tranquila do quê nos fins de semana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O museu está localizado à passos da estação de metrô Quinta Normal, na linha verde ou linha 5.</strong> Adicionalmente, à direita desta mesma estação de metrô há  um belo parque urbano para visitar antes ou depois de sua ida ao Museo de la Memoria e los Derechos Humanos. Esta não é uma das vizinhanças de Santiago que oferece mais segurança aos seus transeuntes; por isso faz-se necessário prestar mais atenção no quê está acontecendo ao seu redor para evitar pequenos furtos, batedores de carteira ou pequenos aborrecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Este museu mostra o quê o Chile sofreu sob a ditadura de uma maneira bastante significativa e sentimental. Se a sua agenda na capital lhe permitir, e você tiver estômago, não deixe de visitá-lo, e consequentemente adquirir uma melhor compreensão da complexa  história e do Chile e, igualmente, do seu povo.</p>
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		<title>O Rio Mapocho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SantiagoDoChile]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 02:05:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destinos Turísticos]]></category>
		<category><![CDATA[A Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Destinos gratuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de Santiago do Chile]]></category>
		<category><![CDATA[História do Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Santiago Centro]]></category>
		<category><![CDATA[Viajando para o Chile]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio Mapocho Santiago tem, quem sabe, um dos mais incríveis cenários das cidade da América Latina, em um dia de céu limpo; desde praticamente qualquer ponto da cidade, você pode ver as lindas montanhas pairando sobre a capital. Sem falar nas encantadoras áreas dentro da cidade mesmo: os parques urbanos, as ruas charmosas e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/O-Rio-Mapocho-Santiago-Chile.jpg"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-8931 size-large" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/O-Rio-Mapocho-Santiago-Chile-691x518.jpg" alt="O Rio Mapocho Santiago Chile" width="691" height="518" /></span></span></a></p>
<h1>O Rio Mapocho</h1>
<p style="text-align: justify;">Santiago tem, quem sabe, um dos mais incríveis cenários das cidade da América Latina, em um dia de céu limpo; desde praticamente qualquer ponto da cidade, você pode ver as lindas montanhas pairando sobre a capital. Sem falar nas encantadoras áreas dentro da cidade mesmo: os parques urbanos, as ruas charmosas e impressionantes projetos arquitetônicos.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, em muitos aspectos, a cidade está longe de ser pitoresca. Pode ser áspera e por vezes, inclusive, bem cinzenta; mas é, sem sombra de dúvidas, sempre cheia de vida e personalidade própria. Estes são aspectos  que poderiam também ser utilizados para descrever o rio Mapocho, um canal que surge nos Andes e que cruza a parte principal de Santiago do Chile. O rio é,  na realidade, nada belo! As suas águas são marrons , poluídas, e as paredes do canal cobertas de pichações. No entanto, o rio Mapocho tem uma história interessante, politicamente simbólica; algo que, talvez, muitas pessoas podem não saber.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Política &amp; História</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Paredes-pixadas-do-rio-mapocho.jpg"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-8932" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Paredes-pixadas-do-rio-mapocho-300x168.jpg" alt="As Paredes Pixadas do Rio Mapocho" width="300" height="168" srcset="https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Paredes-pixadas-do-rio-mapocho-300x168.jpg 300w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Paredes-pixadas-do-rio-mapocho-768x431.jpg 768w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Paredes-pixadas-do-rio-mapocho-1024x575.jpg 1024w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Paredes-pixadas-do-rio-mapocho.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></span></a>Por um lado, o rio tem uma conexão &#8220;interessante&#8221; com a época da ditadura de Pinochet. Alega-se que os capachos de Pinochet matavam seus oponentes e desfaziam-se dos corpos rio à baixo. Um caso de destaque aconteceu logo após Pinochet chegou ao poder. Oficiais encontraram o corpo do jovem de 20 anos de idade, Enrique Andres Maria Rupert Contreras, ao longo das margens do Mapocho. Ele era o filho do secretário pessoal do ex-presidente Salvador Allende. A história conta que os “homens de Pinochet” foram responsáveis pelo assassinato. Após a morte de Pinochet, em 2006, vários manifestantes tiraram proveito do simbolismo do rio Mapocho. Durante um grande protesto, poucos dias após a morte do ditador, esses grupos enviaram uma efígie do falecido coronel rio à baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, além destes eventos mórbidos, o rio também tem sido visto como uma espécie de plataforma política desde o início dos anos 1970. Uma grande parte do grafite que se vê em suas paredes internas é propaganda política em apoio ou em oposição à determinados candidatos ou reformas. Às vezes, os manifestantes ou grupos de apoio, na verdade, se reúnem nas margens do rio para expôr as suas mensagens. Você pode até se deparar com um dessed momentos caso você se encontre atravessando a ponte de Baquedano para Bellavista. Estes grupos não se reunem alí por acaso , eles estão alí devido ao significado político de longa data deste rio.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Futuro &amp; Desenvolvimento</h3>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Parque-Fluvial-Renato-Poblete.jpg"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-8933" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Parque-Fluvial-Renato-Poblete-300x200.jpg" alt="Parque Fluvial Renato Poblete" width="300" height="200" srcset="https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Parque-Fluvial-Renato-Poblete-300x200.jpg 300w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Parque-Fluvial-Renato-Poblete-768x511.jpg 768w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Parque-Fluvial-Renato-Poblete-1024x681.jpg 1024w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Parque-Fluvial-Renato-Poblete.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></span></span></a>Os próprios candidatos políticos usam o rio Mapocho como ferramenta de uma maneira ou de outra. O ex-presidente Sebastian Piñera fez uma séria promessa de campanha quando ele estava tentanto a sua candidatura à presidência: ele queria tornar o rio Mapocho navegável. Projeto que foi considerado como uma das suas iniciativas mais importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">A administração de Piñera estava realmente determinada a tornar o Chile um país de padrões de primeiro mundo. Assim que começaram a trabalhar na construção do Parque Fluvial Renato Pobleto. As águas do Mapocho seriam direcionadas à um lago artificial onde os moradores poderiam usufruir  de esporte e atividades aquáticas. O governo de Piñera fez progressos significativos nesta iniciativa, e a administração de Bachelet continuou os esforços. O Parque Padre Fluvial Renato Poblete foi inaugurado no final de 2014. Acrescentando à imagem política do rio Mapocho o forte compromisso do Chile de se tornar uma nação de primeiro mundo que antes de tudo se compromete com a qualidade de vida dos seus habitantes.</p>
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		<title>Galpón Victor Jara &#8211; Os Ritmos do Chile.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SantiagoDoChile]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2015 03:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vida Noturna]]></category>
		<category><![CDATA[A Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Badalação]]></category>
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		<category><![CDATA[Santiago Centro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Galpón Victor Jara O Galpón Victor Jara é um centro cultural, o palco de boa música ao vivo e um clube de dança, localizado no coração do barrio Brasil. Endereço bastante apropriado, uma vez que o bairro Brasil é sem dúvida uma das vizinhanças de Santiago mais artísticas e culturalmente ricas . O “galpão” &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-11582" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Visite-o-Galpón-Victor-Jara-691x544.jpg" alt="Visite o Galpón Victor Jara" width="691" height="544" /></span></span>
<h1>O Galpón Victor Jara</h1>
<p style="text-align: justify;">O <em>Galpón Victor Jara</em> é um centro cultural, o palco de boa música ao vivo e um clube de dança, localizado no coração do barrio Brasil. Endereço bastante apropriado, uma vez que o bairro Brasil é sem dúvida uma das vizinhanças de Santiago mais artísticas e culturalmente ricas . O “galpão” recebeu o nome do professor, diretor de teatro, poeta, cantor, compositor, e ativista político chileno que foi morto pelo exército durante a ditadura militar do General Augusto Pinochet.</p>
<p style="text-align: justify;">Victor Jara cantou predominantemente sobre a paz, o amor e a justiça social, e até hoje continua a ser um ícone cultural no Chile, também como símbolo da luta pelos direitos humanos. A fundação Victor Jara, fundada pela viúva de Jara (Joan Jara), criou o espaço em 2003 para manter a memória do ativista viva e também para criar “<em>um destino de encontro para todos os tipos de artistas: chilenos, estrangeiros e os alternativos que não se encaixam em nenhum  outro lugar.</em> &#8220;</p>
<h2><strong>A Cueca na sua Forma Sexy</strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Cueca-Brava-Dança-Chilena.jpg"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-8784 size-medium" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Cueca-Brava-Dança-Chilena-200x300.jpg" alt="Cueca Brava - Dança Chilena" width="200" height="300" srcset="https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Cueca-Brava-Dança-Chilena-200x300.jpg 200w, https://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Cueca-Brava-Dança-Chilena.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" /></span></span></a>Hoje em dia não se poderia definir o Galpón Victor Jara de melhor maneira. E, embora o centro cultural se assemelhe à um mausoléu, este é um espaço de magníficas apresentações ao vivo, realmente o queridinho entre as bandas independentes e demais artistas chilenos, principalmente aqueles que seguem a linha da música cumbia, cigana, e o gênero musical cueca.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso você esteja interessado em conhecer os ritmos chilenos e escutar a música nacional, durante a sua estadia em Santiago, o Galpón Victor Jara abre das terças aos domingos. Nas terças-feiras o som é basicamente cueca. Cueca é a dança nacional do Chile, e é um tanto quanto antiquada. Entretanto, nas terças,  entre às 19:00 horas e 22:00 horas, o público jovem e entusiasmado “doa” à cueca uma versão mais rápida e sexy, o quê eles chamam de <em>cueca brava</em> ou <em>cueca feroz.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Os novatos por aqui, são tão bem-vindos quanto os frequentadores de longa data; e, um detalhe importante: não é nada difícil encontrar um parceiro chileno para ensinar-lhe os passos! Além de ser um evento tremendamente divertido para os músicos, dançarinos e amantes da cueca, este evento traz os jovens chilenos mais próximo das suas raízes e tradições culturais, esta é uma ótima maneira para os estrangeiros vivenciarem um autêntico aspecto da cultura chilena.</p>
<h3><strong>Outros Ritmos</strong></h3>
<figure id="attachment_8790" aria-describedby="caption-attachment-8790" style="width: 193px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Victor-Jara..jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8790 " src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Victor-Jara..jpg" alt="Victor Jara." width="193" height="248" /></a><figcaption id="caption-attachment-8790" class="wp-caption-text">Victor Jara.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">No resto da semana, das quartas aos domingos, o som cede lugar à cumbia e música cigana, tocadas por bandas famosas conhecidas em todo o país, sendo muitas delas populares também em grande parte da américa do sul. Nas quarta, as apresentações começam às 20:00 horas e as entradas custam CLP 2,000. Das quintas aos sábados, os portões se abrem às  23:00 horas, e não demora muito para o pequeno espaço ficar lotado, as apresentações nesses dias terminam por volta das 2:00 horas  ou 3:00 horas da manhã, com a entrada custando CLP 3.000. Nos domingos, desde o meio-dia, o espaço recebe o público para espectáculos de dança, música, comida e exposição de artesanato.</p>
<h3><strong>Como Chegar no Galpón Victor Jara</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">A música contagiante deste lugar, o público jovem e alternativo, juntamente com os músicos, entregam uma noite maravilhosamente original, uma atividade imperdível na grande capital chilena, durante as suas férias. O Galpón Victor Jara está localizado na rua Huérfanos 2146, na Plaza Brasil, a parada do metrô mais próxima é a Cumming, na linha verde.</p>
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		<title>Museu de la Solidaridad Salvador Allende</title>
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		<dc:creator><![CDATA[SantiagoDoChile]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2015 17:20:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[A Ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Local]]></category>
		<category><![CDATA[Destinos gratuitos]]></category>
		<category><![CDATA[História do Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Inclua no seu roteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Museus & Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Santiago Centro]]></category>
		<category><![CDATA[Viajando para o Chile]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Museo de La Solidaridad Salvador Allende No meio do bairro Republica, à poucos quarteirões de distância da estação de metrô de mesmo nome, há uma casa de fachada modesta, que pode facilmente passar por despercebida até mesmo por aqueles procurando por ela. Este edifício é o Museo de La Solidariedad Salvador Allende, um destino surpreendentemente &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Photo-1.jpg"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7345 size-large" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Photo-1-691x203.jpg" alt="Museo de La Solidaridad Salvador Allende" width="691" height="203" /></span></span></a></p>
<h1 style="text-align: justify;">Museo de La Solidaridad Salvador Allende</h1>
<p style="text-align: justify;">No meio do bairro Republica, à poucos quarteirões de distância da estação de metrô de mesmo nome, há uma casa de fachada modesta, que pode facilmente passar por despercebida até mesmo por aqueles procurando por ela. Este edifício é o Museo de La Solidariedad Salvador Allende, um destino surpreendentemente desconhecido entre os chilenos, algo que pode tornar a sua busca por ele uma missão impossível caso de você decida contar com o conhecimento local.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Como Chegar no Museu</h2>
<p style="text-align: justify;"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-7346" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Photo-2-300x142.png" alt="A Entrada do Museu de La Solidaridad Salvador Allende" width="300" height="142" /></span></span>Mas, não se estresse! Tudo que você tem a fazer é tomar a saída &#8220;Republica&#8221; na estação de metro Républica e caminhar em direção a Estación Central na movimentada avenida Libertador Bern. O&#8217;Higgins, sem deixar de está atento à placa que diz Av. Republica, que se apresentará à sua esquerda. À seis quadras da esquina da Av. Republica com a Av. Bern. O’Higgins encontra-se o museu, no lado direito. Os dois primeiros quarteirões da Av. Republica são um pouco desagradável para os sentidos; mas, em seguida, a rua se torna bem agradável, animada e repleta de estudantes e jovens correndo para dentro e fora das diversas universidades onipresentes na área.</p>
<p style="text-align: justify;">A entrada para o museu custa CLP 1000 –  <strong>grátis nos domingos</strong> – e deve ser paga na recepção, onde você será solicitado a deixar a sua mochila antes de entrar na exposição, isto pode ser um pouco inquietante para alguns turistas, uma vez que as suas bolsas e mochilas são levadas para uma sala nos fundos, sem um número ou chave em retorno.</p>
<p style="text-align: justify;">O interior do museu é encantador e geralmente livre de multidões. Importantes obras de renomados pintores e escultores internacionais são exibidas no pisos térreo e subterrâneo da casa, bem como uma coleção de fotografias que revelam alguns dos momentos importantes da eleição e administração do Sr. Allende, em uma sala separada. Neste mesmo cômodo, há também um excêntrico quartinho com pertences pessoais do ex-presidente; aqui, uma gravação de seus discursos é constantemente tocada servindo como som de fundo.</p>


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<h3 style="text-align: justify;">O Museu e o Golpe Militar</h3>
<p><a href="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Photo-3.png"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-7347 size-medium" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Photo-3-300x234.png" alt="Salvador Allende" width="300" height="234" /></span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;">A idéia inicial para a criação deste museu foi do intelectual espanhol José Maria Moreno Galván. Uma proposta que foi completamente apoiada por Salvador Allende, quem inspirou um grande respeito entre os artistas por suas idéias, valores e política.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele queria levar a cultura à todas as comunidades de seu país, independente da raça, classe social ou crença; um museu, ele acreditava, seria o ponto de partida ideal para isso. Intelectuais e artistas participaram dessa jornada e apoiaram não só os seus objetivos, mas também à sua política populista. Doações de obras de arte chegaram de todo o mundo, incluindo obras dos pintores catalães Juan Miró e Tàpies.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a chegada do golpe militar o museu foi fechado e algumas das obras tiveram inclusive que serem levadas para o exterior para serem protegidas de uma possível destruição.</p>
<h3 style="text-align: justify;">O Museu Hoje</h3>
<p style="text-align: justify;"><span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-7348" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Photo-4-300x200.jpg" alt="Museo de La Solidaridad Salvador Allende" width="300" height="200" /></span></span>No início dos anos 90, quando o Chile voltou a ser uma nação democrática um movimento tinha sido criado com a finalidade de promover a resistência diante do governo autoritário. Este movimento também teve o apoio da elite artística internacional, que continuou a doar obras de arte como uma clara forma de protesto. Com o fim da ditadura, as pinturas e esculturas poderiam seguramente ser colocadas em exibição novamente, trazendo a necessidade da criação do quê no futuro seria uma importante fundação: A FSA – A Fundação Salvador Allende, um trabalho da esposa, filhas e netos do falecido presidente. A fundação iniciou um amplo processo de coleta de toda a sua arte, então alojada em várias instituições em Santiago.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2005, o museu foi inaugurado em seu atual edifício, e durante o delicado processo de renovação (a casa, por anos, teve a suas portas permanentemente fechadas), foi descoberto que naquele lugar, por muito tempo, muitos opositores foram torturados e que alí também foi o endereço de uma das  estações de inteligência dos militares. Um quarto permanece intacto preservando os instrumentos usados para escuta e vigilância, bem como equipamentos de tortura.</p>
<p style="text-align: justify;">Como resultado de tantas doações a FSA possui uma extensa coleção de arte; a fim de proporcionar ao público geral o acesso à todos estas peças, a exposição no museu é alternada de 2 à 3 vezes por ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você é o tipo de turista brasileiro interessado em arte contemporânea e história, o Museu de La Solidariedad Salvador Allende é um poderoso veículo tanto para acessar parte da história do Chile como a arte moderna; mas, o tipo de arte moderna cujo significado vai muito além da tela, cores e formas; o tipo de arte que transcende ideais, fronteiras, a barreira do tempo e de regimes.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Dicas de SantiagoDoChile.com</h3>
<span class="su-frame su-frame-align-left su-frame-style-default"><span class="su-frame-inner"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-7350 size-medium" src="http://santiagodochile.com/wp-content/uploads/Photo-5-300x169.jpg" alt="Museu de La Solidaridad" width="300" height="169" /></span></span>
<p style="text-align: justify;">Caso você decida visitar o museu apenas para ver o Picasso que supostamente está em exibição, verifique por telefone com eles primeiro. Por quê este normalmente não é o caso, embora dito por muitos sites turísticos na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Por quase um ano, o museu exibiu um prato de Picasso. No entanto, esta não é uma peça que integra a exposição permanente do museu.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Atrações  Próximas ao MSSA</h3>
<p style="text-align: justify;">À duas estações de metrô  –  ou 20 minutos de caminhada – desde a estação Republica você vai encontrar o bairro La Moneda, o chamado: coração do centro de Santiago. Em La Moneta turistas encontram inúmeros patrimônios históricos, restaurantes e lojas. Esta área é muito mais agradável e interessante do quê os arredores de Republica, para um passeio seguido de um merecido descanso e um lanchinho à la chilena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Endereço –<br />
</strong>Av. República 475 &#8211; Santiago Centro<br />
<span style="line-height: 1.625;">Telefone: +56 2 2689 8761</span></p>
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